A APROJE FECHOU!
APROJE

PORQUÊ A O ENCERRAMENTO DA APROJE (DEZEMBRO DE 2007)

Ao fim de 2 anos de trabalho, a APROJE – Associação de Produtores de Jogos Electrónicos encerra a sua actividade.
Durante 2 anos a APROJE apresentou, divulgou e discutiu com centenas de organizações, a importância do desenvolvimento da indústria de videojogos em Portugal Em 2006 organizou o GAMES2006, com a participação em Portugal de inúmeros internacionais como o Presidente da IGDA, o Presidente da AIAS, diversos produtores, programadores e artistas de renome internacional. Em 2007 criou o “Master in Game Development”, iniciou a formação na área dos videojogos e preparou-se para organizar o GAMES2007, o que, infelizmente, por razões alheias à sua vontade, não aconteceu. Em Outubro a 2ª Direcção da APROJE demitiu-se e foram convocadas eleições. A 17 Novembro de 2007 realizou-se a Assembleia Geral, com o objectivo de eleger a nova Direcção executiva que daria continuidade ao projecto APROJE. Como não surgiu nenhuma lista candidata aos Corpos Sociais, a Mesa da Assembleia Geral convocou nova Assembleia para 15 de Dezembro de 2007, onde mais uma vez nenhuma lista surgiu.
A Assembleia compreendeu então que os sócios da APROJE deixaram de se interessar pela associação. Na segunda Assembleia Geral consecutiva, convocada para a eleição dos Corpos Sociais, com convocatórias por cartas e e-mail e sem que nenhum sócio surgisse com a vontade de dar continuidade ao projecto, foi colocada à votação e aprovada a dissolução da Associação.
Apesar do encerramento da APROJE, ficará à disposição dos ex-sócios um único e-mail, que corresponde à ex-Mesa da Assembleia Geral, por um prazo de 60 dias a contar desta data, para qualquer esclarecimento.
Os ex-Corpos Sociais da APROJE, apesar do desenrolar dos acontecimentos, consideram que a criação e funcionamento da APROJE foi importante num determinado momento da história da indústria de videojogos em Portugal, por ter despoletado e encorajado o aparecimento de várias empresas e profissionais. Estamos certos que, uma associação com propósitos idênticos acabará por surgir no futuro próximo, quando efectivamente tivermos um número de profissionais e empresas no sector que a justifiquem.
Bem hajam.

 

PORQUÊ A CRIAÇÃO DA APROJE (SETEMBRO DE 2005)

O mundo dos videojogos é uma das indústrias em maior expansão à escala global, tendo os seus índices económicos alcançado, em 2004, o patamar da indústria cinematográfica de Hollywood. Prevê-se que a médio prazo os videojogos se venham a tornar na mais rentável indústria de entretenimento e num motor de desenvolvimento tecnológico e de inovação. Considerando que este mercado não se encontra consolidado em Portugal, e assumindo ainda que existem muitas empresas, profissionais e jovens que gostariam de entrar nesta indústria mas que não assumem esse objectivo por falta de apoio, orientação, formação e sobretudo mercado, deve esta associação assumir a responsabilidade de impulsionar a criação desta indústria no mercado Português; internamente numa perspectiva de criação e produção e externamente numa perspectiva de distribuição global.
Fica esta associação comprometida em, nos próximos 7 anos, incentivar a criação de um conjunto significativo de empresas produtoras de animações e jogos em número e qualidade suficiente para se considerar Portugal como um fornecedor legível a nível internacional.



PROMOVER A INDÚSTRIA PORTUGUESA DE JOGOS ELECTRÓNICOS

A APROJE – Associação de Produtores de Jogos Electrónicos é uma associação sem fins lucrativos e de interesse nacional, constituída a 17 de Setembro de 2005, com o objectivo de promover a indústria portuguesa de produção de jogos electrónicos. A APROJE é constituída por docentes do ensino superior, docentes do ensino profissional, investigadores, programadores, designers, animadores, sonoplastas, músicos, gestores de projecto e estudantes que têm um objectivo comum: a criação de oportunidades para participarem em projectos de criação de jogos electrónicos em Portugal, com projecção internacional. Nesta perspectiva, a APROJE pretende implementar uma estratégia que provoque a criação e fixação do maior número possível de empresas produtoras de jogos electrónicos, numa interligação directa com centros de investigação, para que desenvolvam em parceria produtos inovadores, criativos e tecnologicamente avançados capazes de competir no mercado internacional.